Resumo
Não quero saber
Do que já vi
Deu para perceber
Estou sozinho
A lamber
O difícil
De fazer
E sem mais
Um pouco mais
Em troca
Sequer
Receber
Nem quero limpar
À minha volta
São só coisas e coisinhas
A cair do ar
Todos sujam
É de fartar
E sou eu
Só eu
Que me vou preocupar
Gostava de viver
Não pedi
Para aqui nascer
Lutei
Mas agora
Depois de amadurecer
Aprendi
Acalmei
Vou-me conter
E continuar
Talvez só
A sobreviver
Sem muito
Me mexer
Pois
Tenho pouco de tudo
Até de comer
A respiração
Tenho que suster
Fazer um esforço
Para não enlouquecer
Com tudo
A acontecer
À minha volta
Está fácil de ver
O mundo
A abater
O chão
Até se sente
Aos poucos
Mover
Mas por último
Quero dizer
Ligo agora
Mais ao prazer
Absorver
E menos despender
Que devagar
Estou a aprender
O meu destino
É o meu querer
Posso até
Um pouco amolecer
Mas a cabeça
Não vou esconder
E
Arrefecer
Não é
Morrer
Poema da minha autoria.
Preciso momento em que, a olhar para o chão sujo, no centro da cidade do Porto, um animal se coloca à minha frente e...
Do que já vi
Deu para perceber
Estou sozinho
A lamber
O difícil
De fazer
E sem mais
Um pouco mais
Em troca
Sequer
Receber
Nem quero limpar
À minha volta
São só coisas e coisinhas
A cair do ar
Todos sujam
É de fartar
E sou eu
Só eu
Que me vou preocupar
Gostava de viver
Não pedi
Para aqui nascer
Lutei
Mas agora
Depois de amadurecer
Aprendi
Acalmei
Vou-me conter
E continuar
Talvez só
A sobreviver
Sem muito
Me mexer
Pois
Tenho pouco de tudo
Até de comer
A respiração
Tenho que suster
Fazer um esforço
Para não enlouquecer
Com tudo
A acontecer
À minha volta
Está fácil de ver
O mundo
A abater
O chão
Até se sente
Aos poucos
Mover
Mas por último
Quero dizer
Ligo agora
Mais ao prazer
Absorver
E menos despender
Que devagar
Estou a aprender
O meu destino
É o meu querer
Posso até
Um pouco amolecer
Mas a cabeça
Não vou esconder
E
Arrefecer
Não é
Morrer
Poema da minha autoria.
Preciso momento em que, a olhar para o chão sujo, no centro da cidade do Porto, um animal se coloca à minha frente e...


Excelente registo!!
kkkkk...força cãozinho!! bom click...
Já nem um cão pode obrar descansado.
Porreira.
Ah!ah!ah! Excelente momento!
Natural, sem preocupações, o cãozinho satisfaz suas necessidades mais simples, na inocência de um animal que não tem consciência de que está sujando um local público. Já alguns políticos... têm consciência e continuam cagando mesmo assim!
Ótimo trabalho, parabéns!!!
Com a máquina a apontar para o chão?!!?
Não sendo um belo assunto, foi bem aproveitado e bem acompanhado (título e poema).
:-)
Ainda bem que não cheira!
Estava apertado, coitado! Muito gira.
bem apanhado
:)
Composição talentosa!
Grande momento!
fixe!
grande click!
excelente e tá tudo dito,belo texto tambem,abraço.
e lá pensou o canito"queres uma foto original?..truka..
balente..
lol... Muito bem captado este momento!!!
Fora o título um pouco forte GOSTO MUITO de tudo: poema e foto. Aliás o poema é GENIAL. Pbs
Felizmente desta vez invertes-Te o teu plano habitual. Está muito boa e o teu poema belíssimo como já nos habituas-Te, acaba com uma ideia positiva.
Mas que original! :)