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MANHUAÇU MINAS GERAIS

Elizabeth cristina carvalho
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MANHUAÇU MINAS GERAIS
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Manhuaçu é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2009 era de 78.605 habitantes.Como chegar: Manhuaçu é cortada pelas rodovias MG 111 e BRs 262 e 116. A cidade está a 290 km de Belo Horizonte, 224 km de Vitória, 420 km do Rio de Janeiro, 70 km de Carangola e 80 km de Caratinga.



Índice [esconder]

1 Etimologia

2 História

2.1 Transferências de sede

2.2 Ratificação de grafia

3 Geografia

3.1 Relevo

3.2 Clima

3.3 Hidrografia

3.4 Demografia

3.5 Rodovias

4 Principais bairros

4.1 Distritos

5 Economia

6 Educação

7 Saúde

8 Ver também

9 Referências

10 Ligações externas



[editar] Etimologia

O topônimo Manhuaçu é de origem tupi. Segundo Sampaio significa "chuva grande" com base nos termos aman'y mais asu. Hélio Consolaro apresenta a explicação como sendo do tupi mandi (peixe) mais, yuba "amarelo" mais asu "grande", outros confirmam o historia que Manhu é igual rio, e Açu significa grande. Manhuaçu = (Rio Grande).



[editar] História

Emancipado em 5 de novembro 1877, Manhuaçu só passou à condição de cidade alguns anos depois. Nesse período, perdeu uma área territorial que originou mais de 70 municípios da porção leste do estado de Minas Gerais. O primeiro distrito a se emancipar foi Caratinga, em 1890, e os últimos, Reduto e Luisburgo, em 1995. Hoje o município tem 622 km² e continua sendo o maior da micro-região, além de ser pólo-econômico ,de prestação de serviços e oferecer a melhor infra-estrutura hoteleira para turismo da região Vertente do Caparaó.



Atualmente, além da sede, os distritos são: Dom Correia, São Sebastião do Sacramento, Vila Nova, Realeza, Ponte do Silva, São Pedro do Avaí, Palmeiras do Manhuaçu e Santo Amaro de Minas, com as vilas de Palmeirinhas, Bom Jesus de Realeza.



O nome do município é originado da palavra indígena mayguaçu, que significa rio grande, numa designação dos índios, os primeiros habitantes, ao rio local.



A ocupação e o povoamento da Zona da Mata, onde está Manhuaçu, tem muita relação com os povos indígenas, mas o desenvolvimento do café, sua principal riqueza, aconteceu com grande destaque durante o Ciclo do Ouro, no Brasil Colônia. Enquanto as regiões de Ouro Preto, São João del-Rei, Mariana e Congonhas se baseavam na extração mineral, a Zona da Mata se dedicava aos produtos agrícolas, justamente para suprir a demanda dos mineradores.



Os primeiros grupos de sertanistas que chegaram às partes dos rios Pomba, Muriaé e Manhuaçu tinham como objetivo a captura dos índios para trabalharem como escravos nas fazendas da capitania do Rio de Janeiro, além de buscas de riquezas minerais e medicinais (como a planta chamada poaia ou ipecacuanha) e, posteriormente, com a intenção de criar fazendas férteis na região.



No início do século XIX, o comércio de poaia se estabeleceu em Manhuaçu, através de Domingos Fernandes Lana que, junto com os índios, abriu caminhos para diferentes locais da área recebendo o título de desbravador do Manhuaçu.



Alguns anos mais tarde, o guarda-mor Luís Nunes de Carvalho e o alferes José Rodrigues da Siqueira Bueno, vindos de Ponte Nova e Abre Campo (Manhuaçu pertenceu a Ponte Nova até 1877), implantaram as primeiras unidades de exploração agrícola, usando da mão de obra indígena.



O declínio do Ciclo do Ouro intensificou o processo de ocupação da Zona da Mata. Em 1830, a pecuária começou a desdobrar-se para o interior do estado e o café foi expandindo-se. Manhuaçu foi influenciado e, já nesse período, adotou o produto como sua principal cultura. A população deixou a região aurífera e foi para as lavouras de café. Entre 1822 e 1880, a região viu seu número de habitantes saltar de 20 para 430 mil pessoas.



O café já se tornara, em 1830, o principal produto de exportação de Minas Gerais, sendo a Zona da Mata a maior produtora. Começou pela fronteira com o Rio de Janeiro e depois foi se interiorizando em Minas Gerais.



Na área que hoje corresponde a Manhuaçu, e como forma de pacificar os indígenas que lutavam bravamente contra os invasores brancos, em 1843 foi fundado um aldeamento pelo curador Nicácio Brum da Silveira, no local que hoje é o bairro Ponte da Aldeia.



Diversas fazendas foram surgindo, aumentando desta maneira o número de povoadores, que começaram a trazer suas famílias, criando gado bovino e suíno e iniciando o plantio de café. Em 1846, autorizado pelo curador do município, Antônio Dutra de Carvalho alugou alguns índios para a abertura da primeira estrada.



Três foram os fatores decisivos para a rápida expansão cafeeira: a fácil obtenção de terras adequadas ao cultivo; a abundância de escravos, dispensados da mineração; e os altos preços do café no mercado externo.



Contudo, o transporte era um grande obstáculo e aumentava os custos do café. A solução do problema veio em pouco tempo. As estradas de ferro Leopoldina Railway e Dom Pedro II alcançaram os centros comerciais da região e a produção começou a ser escoada mais rápida e facilmente.



O café criou uma enorme dependência, inclusive uma ligação maior com o Rio de Janeiro, já que era o caminho da exportação, mas foi ele também que impulsionou o crescimento urbano na segunda metade do século XIX. Nesse período foram elevados a município: Mar de Espanha (1851), Juiz de Fora e Ubá (1853), Leopoldina (1854), Muriaé (1855), Cataguases (1875), Manhuaçu (1877) e Carangola (1878).



Conforme o Diagnóstico Municipal de Manhuaçu (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais – Sebrae, 1996:14): “A parte que corresponde a Manhuaçu, entre 1860 e 1874, também foi influenciada com a chegada de imigrantes alemães, suíços e franceses, vindos da Colônia de Nova Friburgo (RJ) e do Vale do Canaã (ES)”. Na mesma época, havia três povoados, que nucleavam a população residente nas fazendas do atual Manhuaçu: Santa Margarida, São Simão e São Lourenço. Foi neste último que surgiram, em 1872, as primeiras manifestações em prol da emancipação político-administrativa.



A freguesia de Manhuaçu foi criada em 1875 e instituída em 1878, enquanto o município foi criado em 5 de novembro de 1877. Sua sede inicialmente foi em São Simão (hoje Simonésia) e transferida para a Vila de São Lourenço em 1881.



Em 1905, a produção cafeeira da Zona da Mata era significativa, sendo Muriaé o maior produtor, com 1,5 milhão de arrobas. Contudo o Rio de Janeiro ainda era o maior produtor nacional, até que a hegemonia fluminense entrou em decadência e foi superada por São Paulo, que antes estava atrás de Minas Gerais. Entre os anos de 1880 e 1930, o café ganhou força na região mineira, foi nesse período em que se desenvolveu a produção de Manhuaçu:



No entanto, em 1896, a disputa pelo poder local entre dois coronéis, Serafim Tibúrcio da Costa e Frederico Antônio Dolabela, teria provocado conseqüências negativas na economia.





Moeda (o Boró) que foi emitida pelo coronel Serafim Tibúrcio da CostaApós perder as eleições de modo considerado fraudulento, o Coronel Serafim Tibúrcio e seu companheiro Coronel Antônio de Miranda Sette pegaram em armas, proclamando a República de Manhuaçu, inclusive emitindo títulos de crédito em nome da Fábrica de Pilação de Café e nomeando autoridades. A polícia estadual não conseguiu superar os coronéis Tibúrcio e Antônio de Miranda e seus homens. Com o apoio das forças federais, o levante foi derrubado e os revoltosos fugiram pelo vale do Manhuaçu, fundando pequenos povoados como Alegria de Simonésia e até o estado do Espírito Santo.



Apesar das disputas políticas e dificuldades, no final do século XIX e início do XX, a população de Manhuaçu já dispunha do jornal O Manhuaçu (criado em 1890), da Estrada de Ferro Leopoldina (1915), da Companhia Força e Luz de Manhuaçu (1918) e do Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais (1920). Ainda hoje, vários casarões dessa fase estão de pé e abrigam famílias, empresas e entidades, no trecho antigo da cidade.



Durante o último século famílias italianas e das comunidades árabes se mudaram para Manhuaçu, ampliando a diversidade iniciada com a vinda suíços, franceses e alemães.



[editar] Transferências de sede

Pela lei provincial nº 2557, de 3 de Outubro de 1880, transfere a sede da vila da vila de São Simão para a de São Lourenço. Pela lei provincial nº 2766, de 30 de Setembro de 1881, transfere novamente a sede da vila de São Lourenço para o município de Manhuaçu.



[editar] Ratificação de grafia

Manhuassu para manhuaçu teve sua grafia alterada, pela nº 336, de 27 de Dezembro de 1948.



[editar] Geografia

O município localiza-se na porção norte da Mesorregião da Zona da Mata mineira. A sede dista por rodovia 290 km da capital Belo Horizonte.



[editar] Relevo

A altitude da sede é de 635 m, possuindo como ponto culminante a altitude de 1730 m.



[editar] Clima

O clima é do tipo tropical com chuvas durante o verão e temperatura média anual em torno de 21 °C, com variações entre 15 °C (média das mínimas) e 27 °C (média das máximas). (ALMG)



[editar] Hidrografia

O município está inserido na bacia do rio Doce, sendo banhado pelo rio Manhuaçu.



[editar] Demografia

População Total: 78.605 mil habitantes



Urbana: 59.280 mil habitantes

Rural: 15.017 mil habitantes

Homens: 38.399

Mulheres: 35.898

(Fonte: AMM)



Densidade demográfica (hab./km²): 105,5

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 19,4

Expectativa de vida (anos): 73,4

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,8

Taxa de Alfabetização: 84,1%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,776

IDH-M Renda: 0,710

IDH-M Longevidade: 0,806

IDH-M Educação: 0,811

(Fonte: PNUD/2000)



[editar] Rodovias

BR-116

BR-262

MG-111

[editar] Principais bairros

Alfasul

Baixada

Bom Jardim

Bom Pastor

Sao Francisco de Assis

Catuai

Centro

Colina

Coqueiro

Engenho da Serra

Industrial

JK

Lajinha

Matinha

Nossa Senhora Aparecida

Pinheiro

Pinheiro II

Pinheiro III

Ponte da Aldeia

Pouso Alegre

Sagrada Família

Santa Luzia

Santa Inês

Santa Terezinha

Santana

Santo Antonio

São Jorge

São Vicente

Operarios

Todos os Santos





[editar] Distritos

Dom Corrêa.

Palmeiras do Manhuaçu.

Ponte do Silva.

Realeza.

São Pedro do Avaí.
exif / informação técnica
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Elizabeth cristina carvalho

Elizabeth cristina carvalho

olhares.com/Baroneza
Serra espirito santo/ Barão de cocais,
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Manhuaçu é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2009 era de 78.605 habitantes.Como chegar: Manhuaçu é cortada pelas rodovias MG 111 e BRs 262 e 116. A cidade está a 290 km de Belo Horizonte, 224 km de Vitória, 420 km do Rio de Janeiro, 70 km de Carangola e 80 km de Caratinga.



Índice [esconder]

1 Etimologia

2 História

2.1 Transferências de sede

2.2 Ratificação de grafia

3 Geografia

3.1 Relevo

3.2 Clima

3.3 Hidrografia

3.4 Demografia

3.5 Rodovias

4 Principais bairros

4.1 Distritos

5 Economia

6 Educação

7 Saúde

8 Ver também

9 Referências

10 Ligações externas



[editar] Etimologia

O topônimo Manhuaçu é de origem tupi. Segundo Sampaio significa "chuva grande" com base nos termos aman'y mais asu. Hélio Consolaro apresenta a explicação como sendo do tupi mandi (peixe) mais, yuba "amarelo" mais asu "grande", outros confirmam o historia que Manhu é igual rio, e Açu significa grande. Manhuaçu = (Rio Grande).



[editar] História

Emancipado em 5 de novembro 1877, Manhuaçu só passou à condição de cidade alguns anos depois. Nesse período, perdeu uma área territorial que originou mais de 70 municípios da porção leste do estado de Minas Gerais. O primeiro distrito a se emancipar foi Caratinga, em 1890, e os últimos, Reduto e Luisburgo, em 1995. Hoje o município tem 622 km² e continua sendo o maior da micro-região, além de ser pólo-econômico ,de prestação de serviços e oferecer a melhor infra-estrutura hoteleira para turismo da região Vertente do Caparaó.



Atualmente, além da sede, os distritos são: Dom Correia, São Sebastião do Sacramento, Vila Nova, Realeza, Ponte do Silva, São Pedro do Avaí, Palmeiras do Manhuaçu e Santo Amaro de Minas, com as vilas de Palmeirinhas, Bom Jesus de Realeza.



O nome do município é originado da palavra indígena mayguaçu, que significa rio grande, numa designação dos índios, os primeiros habitantes, ao rio local.



A ocupação e o povoamento da Zona da Mata, onde está Manhuaçu, tem muita relação com os povos indígenas, mas o desenvolvimento do café, sua principal riqueza, aconteceu com grande destaque durante o Ciclo do Ouro, no Brasil Colônia. Enquanto as regiões de Ouro Preto, São João del-Rei, Mariana e Congonhas se baseavam na extração mineral, a Zona da Mata se dedicava aos produtos agrícolas, justamente para suprir a demanda dos mineradores.



Os primeiros grupos de sertanistas que chegaram às partes dos rios Pomba, Muriaé e Manhuaçu tinham como objetivo a captura dos índios para trabalharem como escravos nas fazendas da capitania do Rio de Janeiro, além de buscas de riquezas minerais e medicinais (como a planta chamada poaia ou ipecacuanha) e, posteriormente, com a intenção de criar fazendas férteis na região.



No início do século XIX, o comércio de poaia se estabeleceu em Manhuaçu, através de Domingos Fernandes Lana que, junto com os índios, abriu caminhos para diferentes locais da área recebendo o título de desbravador do Manhuaçu.



Alguns anos mais tarde, o guarda-mor Luís Nunes de Carvalho e o alferes José Rodrigues da Siqueira Bueno, vindos de Ponte Nova e Abre Campo (Manhuaçu pertenceu a Ponte Nova até 1877), implantaram as primeiras unidades de exploração agrícola, usando da mão de obra indígena.



O declínio do Ciclo do Ouro intensificou o processo de ocupação da Zona da Mata. Em 1830, a pecuária começou a desdobrar-se para o interior do estado e o café foi expandindo-se. Manhuaçu foi influenciado e, já nesse período, adotou o produto como sua principal cultura. A população deixou a região aurífera e foi para as lavouras de café. Entre 1822 e 1880, a região viu seu número de habitantes saltar de 20 para 430 mil pessoas.



O café já se tornara, em 1830, o principal produto de exportação de Minas Gerais, sendo a Zona da Mata a maior produtora. Começou pela fronteira com o Rio de Janeiro e depois foi se interiorizando em Minas Gerais.



Na área que hoje corresponde a Manhuaçu, e como forma de pacificar os indígenas que lutavam bravamente contra os invasores brancos, em 1843 foi fundado um aldeamento pelo curador Nicácio Brum da Silveira, no local que hoje é o bairro Ponte da Aldeia.



Diversas fazendas foram surgindo, aumentando desta maneira o número de povoadores, que começaram a trazer suas famílias, criando gado bovino e suíno e iniciando o plantio de café. Em 1846, autorizado pelo curador do município, Antônio Dutra de Carvalho alugou alguns índios para a abertura da primeira estrada.



Três foram os fatores decisivos para a rápida expansão cafeeira: a fácil obtenção de terras adequadas ao cultivo; a abundância de escravos, dispensados da mineração; e os altos preços do café no mercado externo.



Contudo, o transporte era um grande obstáculo e aumentava os custos do café. A solução do problema veio em pouco tempo. As estradas de ferro Leopoldina Railway e Dom Pedro II alcançaram os centros comerciais da região e a produção começou a ser escoada mais rápida e facilmente.



O café criou uma enorme dependência, inclusive uma ligação maior com o Rio de Janeiro, já que era o caminho da exportação, mas foi ele também que impulsionou o crescimento urbano na segunda metade do século XIX. Nesse período foram elevados a município: Mar de Espanha (1851), Juiz de Fora e Ubá (1853), Leopoldina (1854), Muriaé (1855), Cataguases (1875), Manhuaçu (1877) e Carangola (1878).



Conforme o Diagnóstico Municipal de Manhuaçu (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais – Sebrae, 1996:14): “A parte que corresponde a Manhuaçu, entre 1860 e 1874, também foi influenciada com a chegada de imigrantes alemães, suíços e franceses, vindos da Colônia de Nova Friburgo (RJ) e do Vale do Canaã (ES)”. Na mesma época, havia três povoados, que nucleavam a população residente nas fazendas do atual Manhuaçu: Santa Margarida, São Simão e São Lourenço. Foi neste último que surgiram, em 1872, as primeiras manifestações em prol da emancipação político-administrativa.



A freguesia de Manhuaçu foi criada em 1875 e instituída em 1878, enquanto o município foi criado em 5 de novembro de 1877. Sua sede inicialmente foi em São Simão (hoje Simonésia) e transferida para a Vila de São Lourenço em 1881.



Em 1905, a produção cafeeira da Zona da Mata era significativa, sendo Muriaé o maior produtor, com 1,5 milhão de arrobas. Contudo o Rio de Janeiro ainda era o maior produtor nacional, até que a hegemonia fluminense entrou em decadência e foi superada por São Paulo, que antes estava atrás de Minas Gerais. Entre os anos de 1880 e 1930, o café ganhou força na região mineira, foi nesse período em que se desenvolveu a produção de Manhuaçu:



No entanto, em 1896, a disputa pelo poder local entre dois coronéis, Serafim Tibúrcio da Costa e Frederico Antônio Dolabela, teria provocado conseqüências negativas na economia.





Moeda (o Boró) que foi emitida pelo coronel Serafim Tibúrcio da CostaApós perder as eleições de modo considerado fraudulento, o Coronel Serafim Tibúrcio e seu companheiro Coronel Antônio de Miranda Sette pegaram em armas, proclamando a República de Manhuaçu, inclusive emitindo títulos de crédito em nome da Fábrica de Pilação de Café e nomeando autoridades. A polícia estadual não conseguiu superar os coronéis Tibúrcio e Antônio de Miranda e seus homens. Com o apoio das forças federais, o levante foi derrubado e os revoltosos fugiram pelo vale do Manhuaçu, fundando pequenos povoados como Alegria de Simonésia e até o estado do Espírito Santo.



Apesar das disputas políticas e dificuldades, no final do século XIX e início do XX, a população de Manhuaçu já dispunha do jornal O Manhuaçu (criado em 1890), da Estrada de Ferro Leopoldina (1915), da Companhia Força e Luz de Manhuaçu (1918) e do Banco Hipotecário e Agrícola de Minas Gerais (1920). Ainda hoje, vários casarões dessa fase estão de pé e abrigam famílias, empresas e entidades, no trecho antigo da cidade.



Durante o último século famílias italianas e das comunidades árabes se mudaram para Manhuaçu, ampliando a diversidade iniciada com a vinda suíços, franceses e alemães.



[editar] Transferências de sede

Pela lei provincial nº 2557, de 3 de Outubro de 1880, transfere a sede da vila da vila de São Simão para a de São Lourenço. Pela lei provincial nº 2766, de 30 de Setembro de 1881, transfere novamente a sede da vila de São Lourenço para o município de Manhuaçu.



[editar] Ratificação de grafia

Manhuassu para manhuaçu teve sua grafia alterada, pela nº 336, de 27 de Dezembro de 1948.



[editar] Geografia

O município localiza-se na porção norte da Mesorregião da Zona da Mata mineira. A sede dista por rodovia 290 km da capital Belo Horizonte.



[editar] Relevo

A altitude da sede é de 635 m, possuindo como ponto culminante a altitude de 1730 m.



[editar] Clima

O clima é do tipo tropical com chuvas durante o verão e temperatura média anual em torno de 21 °C, com variações entre 15 °C (média das mínimas) e 27 °C (média das máximas). (ALMG)



[editar] Hidrografia

O município está inserido na bacia do rio Doce, sendo banhado pelo rio Manhuaçu.



[editar] Demografia

População Total: 78.605 mil habitantes



Urbana: 59.280 mil habitantes

Rural: 15.017 mil habitantes

Homens: 38.399

Mulheres: 35.898

(Fonte: AMM)



Densidade demográfica (hab./km²): 105,5

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 19,4

Expectativa de vida (anos): 73,4

Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,8

Taxa de Alfabetização: 84,1%

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,776

IDH-M Renda: 0,710

IDH-M Longevidade: 0,806

IDH-M Educação: 0,811

(Fonte: PNUD/2000)



[editar] Rodovias

BR-116

BR-262

MG-111

[editar] Principais bairros

Alfasul

Baixada

Bom Jardim

Bom Pastor

Sao Francisco de Assis

Catuai

Centro

Colina

Coqueiro

Engenho da Serra

Industrial

JK

Lajinha

Matinha

Nossa Senhora Aparecida

Pinheiro

Pinheiro II

Pinheiro III

Ponte da Aldeia

Pouso Alegre

Sagrada Família

Santa Luzia

Santa Inês

Santa Terezinha

Santana

Santo Antonio

São Jorge

São Vicente

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Dom Corrêa.

Palmeiras do Manhuaçu.

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