Ai pá... já estava eu a acabar e plim esta coisa foi abaixo de novo já nada será a mesma coisa... pronto... tou lixada com a net pá... que cena. Sei que vais dizer para escrever de fora mas n dá mto jeito para mim é olhar e escrever directamente e depois levo destas....eheheheh! Que se lixe porque lá vou de novo. Amei o teu pds e fiquei, como sempre, num pds fascinada com o calor que me trás. caraca para isto... vou começar de novo a história Cristina...
MADALENA DO MAR
(qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência...;P)
Hoje, ao abrir a tua carta e ao ver o postal que me tinhas enviado, fiquei siderada a olhar. Bebi de todo o calor que emanava. Senti a beleza com que me acenava e, recordei-me de um dos mitos que a minha avó me contava em menina. Tudo isto fez-me voltar para trás no tempo. O dia estava quase terminado mas, ainda nos encontravamos na sala com a nossa avó Helena. Era magníco o ambiente que nos acolhia. Os perfumes dançavam no ar, os sorrisos abraçavam-se calorosamente e, tudo parecia em grande harmonia. Foi então que a minha avó decidiu juntar perto da lareira, enquanto os adultos se divertiam a jogar às cartas. Sorriu-nos a todos quando lhe pedimos para contar uma história e, disse que tinha uma muito interessante para nos contar. Dizendo isto tirou de cima da lareira um postal com um pôr-do-sol magnífico da ilha onde morávamos e disse que seria a que levou a nomear a localidade que ali estava retratada e, começou num momento de expectativa a contar...
Madalena era uma linda princesa de um país longínquo que ela nunca revelou por querer esquecer toda a sua história. Madalena fora uma menina rebelde na infância e na adolescência, vivia sempre a contrariar o pai. Claro que após ter sido considerada já de maior de idade o pai queria que Madalena casasse com um nobre de fina linhagem que iria continuar na progressão da nobreza. Claro está que Madalena resolveu modificar tudo e apaixonou-se por um plebeu. Como não aceitou o que o rei lhe impunha isso deixou-o muito desanimado com a sua filha, Como se não bastasse e, para que o pai não tivesse poder de escolha, Madalena resolveu apressar tudo no seu relacionamento mas, a verdade, é que acabou por estragar o seu futuro... ou não! Claro está que, o pai para que não fosse empurrado pra uma decisão mais drástica resolveu exilar a filha e abandoná-la à sua sorte. Para isso, lançou-a ao mar num bel, com alimentação necessária para vários dias, juntamente com o seu plebeu e mais uns prisioneiros que tinham na altura sido punidos com tal castigo.
O tempo no mar pareceu-lhe, quase, eterno. Tudo era uma descoberta diária e, enormes gritos de dor também. Mas passou o seu tempo de miséria que,como tudo não duraria para sempre. O batel foi ter a uma linda e misteriosa praia. O grupo cansado, de tanto navegar, fez uma soneca para recobrar forças e, depois um reconhecimento do local. Chegaram à conclusão de que era uma ilha misteriosa onde não faltava nem madeira nem o cheiro do funcho que por lá abundava. No entanto, com o passar do tempo o grupo desentendeu-se devido a diferenças de cultura que não conseguiam em paz resolver. Madalena ficara com o seu Juvenal numa casa que os dois construíram, de ramos, ervas estacas de madeira , algumas tábuas de madeira e, lama.
Por ali viveram dois anos de eterna paixão. Descobrindo-se mútuamente, melhor, de dia para dia. O seu amor ia de vento e pôpa, o local onde viviam parecia-lhes paradisíaco onde não faltava comida nem coisas para descobrirem. Mas como não há bem que também dure para sempre, Madalena conheceu o trovejar de dores no seu peito. Mergulhou no negro das chuvas de saudades e tristeza, devido ao falecimento de Juvenal que enterrou junto à praia e, onde ia todos os dias ao pôr-do-sol. Juvenal sucumbira à febre a algumas maleitas apanhadas, devido à diversidade de temperaturas verificadas entre os diversos locais da ilha.
Madalena, prosseguiu a sua vida mas, a sua dor era imensa e, não encontrava explicação para tamanho castico. Ao fim do dia lá ia até à praia, onde consolava a sua dor nos braços do sol. Os seus olhos cravados de mar navegavam para lá do horizonte com saudades de sua mãe e do local onde nascera. No seu peito rompia o latejar doloroso pela perda que sentira. Enquanto isso alguns dos homens que foram ali parar, como ela, tentavam ganhar a sua confiança. No entanto, seria escusado porque Madalena não conseguia libertar-se das correntes sofredoras que a devoravam dia-a-dia.
Num dia de imensa chuva, Madalena estava decidida a tentar encontrar de novo o caminho de volta a casa e, prometeu até que, se encontrasse de novo aqueles que ama. Aceitaria os pedidos de seu pai. Só não saberia se seria de novo aceite em casa. As horas foram passando e a ideia ficava intrinsecamente enraizada no seu pensamento. Mesmo com as chuvas, o pôr-do-sol parecia ter marcado encontro com ela porque estava sempre lá. Disposto a ouvir as suas dores e as suas promessas, anexadas aos pedidos. Era como o abraço constante de um pai que ela não conhecera... acolhedor e compreensivo. O seu desânimo era enorme. De tal forma que as parcas pessoas que a iam ver ao local a achavam já tão longe dali. Como se já não fosse viva porque já nem falava nem ouvia ninguém. Ora depois de muito pensar, despediu-se da campa do seu Juvenal, fez mão à obra e lá foi de batel de encontro ao horizonte. Os habitantes da ilha iam diáriamente ver o barco desaparecer no horizonte e designaram-na de Madalena do Mar, escrevendo o nome junto à campa do seu amado.
O barco foi desaparecendo no horizonte. Enquanto isso só Madalena se apercebia da adversidade do mar. A sua luta era constante e tentava a todo o custo que aquela actividade a fizesse esquecer tudo o que sentia desde tal dia trágico. O barco deixou de se poder ver e, não mais souberam da doce e apaixonada Madalena. No entanto, num dos dias em que se preparavam para pescar na praia junto à campa de Juvenal, avistaram algo estranho que se enrolava nas ondas num vai e vem constante. Como se se deliciasse algo nos braços do mar. Aproximaram-se e, qual não foi o espanto, era Madalena. A Madalena do Mar voltara mas, de forma diferente. Ali estava inerte, entregue pelos braços do mar. Com um rosto pávido e serenamente feliz. Era estranho como ela parecia feliz com tal acontecimento trágico. Eles não sabiam mas, a verdade é que só o corpo morrera... o espírito de Madalena andava já alguns dias pela praia a brincar com Juvenal e, os dois pararam a apreciar o seu próprio corpo e, a cara dos homens a olhar o seu corpo já por si abandonado há muito. O que lhes interessava não era se fossem matéria ou não mas que estavam felizes a morar naquela praia sem tempo nem lamento.
Os residentes no local, outrora colegas de viagem. Esqueceram-se de todas as adversidades tidas e choraram pesarosamente o seu desaparecimento, enterrando-a junto a Juvenal. Eles assistiam risonhos porque finalmente chegara o momento de poderem os dois partir de mão dada, deixando o local e, podendo encontrar-se com quem amavam. Mas, em todos os pôres-do-sol eles voltavam àquela praia felizes, brincando e revivendo tudo o que os unira ainda mais.
Luisa Abreu
11/09/09
Pronto, lá fui presistente e saíu uma história um pouco diferente mas... uma história trazida pelo teu PDS... obrigada pelo momento...espero que goste e que coloques no meu grupo Contos para adultos...; grata. bjokas**************
Luísa, tivesse eu sabido este teu conto mais cedo, que garanto-te que iria olhar de forma diferente para aquele pôr do sol. :) já o pus lá no teu cantinho.beijo grande ... vê lá se não devias escrever um livro, juntas os teus poemas e contos.....oh oh!!!maravilha
Adoro este PDS. Parabéns Cristina. Bjs
um PDS simplesmente belo!!5* fav
Mais uma magnifica foto captada a partir do meu concelho natal. Está muito boa!!! Adorei!!!
Todos os dias vou absorvendo um pouco da tua galeria, como quem bebe um elixir de juvência e de prazer!!
Linda demais!!!!!!!!!
Mágica!!!5*****
Muito obrigada :D
Qe por do sol lindissimo , adorei a foto , muitos parabens :D
Pôr-do-Sol fantástico... belas cores...
s o digo uma coisa esta impecavel convido a ver as minhas fotos
Dentro de 3 semanas espero poder faze-lo tamém..
magnífico
Gostei muito deste seu registo, parabens!! Convido a visitar galeria
Ai pá... já estava eu a acabar e plim esta coisa foi abaixo de novo já nada será a mesma coisa... pronto... tou lixada com a net pá... que cena. Sei que vais dizer para escrever de fora mas n dá mto jeito para mim é olhar e escrever directamente e depois levo destas....eheheheh! Que se lixe porque lá vou de novo. Amei o teu pds e fiquei, como sempre, num pds fascinada com o calor que me trás. caraca para isto... vou começar de novo a história Cristina...
MADALENA DO MAR
(qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência...;P)
Hoje, ao abrir a tua carta e ao ver o postal que me tinhas enviado, fiquei siderada a olhar. Bebi de todo o calor que emanava. Senti a beleza com que me acenava e, recordei-me de um dos mitos que a minha avó me contava em menina. Tudo isto fez-me voltar para trás no tempo. O dia estava quase terminado mas, ainda nos encontravamos na sala com a nossa avó Helena. Era magníco o ambiente que nos acolhia. Os perfumes dançavam no ar, os sorrisos abraçavam-se calorosamente e, tudo parecia em grande harmonia. Foi então que a minha avó decidiu juntar perto da lareira, enquanto os adultos se divertiam a jogar às cartas. Sorriu-nos a todos quando lhe pedimos para contar uma história e, disse que tinha uma muito interessante para nos contar. Dizendo isto tirou de cima da lareira um postal com um pôr-do-sol magnífico da ilha onde morávamos e disse que seria a que levou a nomear a localidade que ali estava retratada e, começou num momento de expectativa a contar...
Madalena era uma linda princesa de um país longínquo que ela nunca revelou por querer esquecer toda a sua história. Madalena fora uma menina rebelde na infância e na adolescência, vivia sempre a contrariar o pai. Claro que após ter sido considerada já de maior de idade o pai queria que Madalena casasse com um nobre de fina linhagem que iria continuar na progressão da nobreza. Claro está que Madalena resolveu modificar tudo e apaixonou-se por um plebeu. Como não aceitou o que o rei lhe impunha isso deixou-o muito desanimado com a sua filha, Como se não bastasse e, para que o pai não tivesse poder de escolha, Madalena resolveu apressar tudo no seu relacionamento mas, a verdade, é que acabou por estragar o seu futuro... ou não! Claro está que, o pai para que não fosse empurrado pra uma decisão mais drástica resolveu exilar a filha e abandoná-la à sua sorte. Para isso, lançou-a ao mar num bel, com alimentação necessária para vários dias, juntamente com o seu plebeu e mais uns prisioneiros que tinham na altura sido punidos com tal castigo.
O tempo no mar pareceu-lhe, quase, eterno. Tudo era uma descoberta diária e, enormes gritos de dor também. Mas passou o seu tempo de miséria que,como tudo não duraria para sempre. O batel foi ter a uma linda e misteriosa praia. O grupo cansado, de tanto navegar, fez uma soneca para recobrar forças e, depois um reconhecimento do local. Chegaram à conclusão de que era uma ilha misteriosa onde não faltava nem madeira nem o cheiro do funcho que por lá abundava. No entanto, com o passar do tempo o grupo desentendeu-se devido a diferenças de cultura que não conseguiam em paz resolver. Madalena ficara com o seu Juvenal numa casa que os dois construíram, de ramos, ervas estacas de madeira , algumas tábuas de madeira e, lama.
Por ali viveram dois anos de eterna paixão. Descobrindo-se mútuamente, melhor, de dia para dia. O seu amor ia de vento e pôpa, o local onde viviam parecia-lhes paradisíaco onde não faltava comida nem coisas para descobrirem. Mas como não há bem que também dure para sempre, Madalena conheceu o trovejar de dores no seu peito. Mergulhou no negro das chuvas de saudades e tristeza, devido ao falecimento de Juvenal que enterrou junto à praia e, onde ia todos os dias ao pôr-do-sol. Juvenal sucumbira à febre a algumas maleitas apanhadas, devido à diversidade de temperaturas verificadas entre os diversos locais da ilha.
Madalena, prosseguiu a sua vida mas, a sua dor era imensa e, não encontrava explicação para tamanho castico. Ao fim do dia lá ia até à praia, onde consolava a sua dor nos braços do sol. Os seus olhos cravados de mar navegavam para lá do horizonte com saudades de sua mãe e do local onde nascera. No seu peito rompia o latejar doloroso pela perda que sentira. Enquanto isso alguns dos homens que foram ali parar, como ela, tentavam ganhar a sua confiança. No entanto, seria escusado porque Madalena não conseguia libertar-se das correntes sofredoras que a devoravam dia-a-dia.
Num dia de imensa chuva, Madalena estava decidida a tentar encontrar de novo o caminho de volta a casa e, prometeu até que, se encontrasse de novo aqueles que ama. Aceitaria os pedidos de seu pai. Só não saberia se seria de novo aceite em casa. As horas foram passando e a ideia ficava intrinsecamente enraizada no seu pensamento. Mesmo com as chuvas, o pôr-do-sol parecia ter marcado encontro com ela porque estava sempre lá. Disposto a ouvir as suas dores e as suas promessas, anexadas aos pedidos. Era como o abraço constante de um pai que ela não conhecera... acolhedor e compreensivo. O seu desânimo era enorme. De tal forma que as parcas pessoas que a iam ver ao local a achavam já tão longe dali. Como se já não fosse viva porque já nem falava nem ouvia ninguém. Ora depois de muito pensar, despediu-se da campa do seu Juvenal, fez mão à obra e lá foi de batel de encontro ao horizonte. Os habitantes da ilha iam diáriamente ver o barco desaparecer no horizonte e designaram-na de Madalena do Mar, escrevendo o nome junto à campa do seu amado.
O barco foi desaparecendo no horizonte. Enquanto isso só Madalena se apercebia da adversidade do mar. A sua luta era constante e tentava a todo o custo que aquela actividade a fizesse esquecer tudo o que sentia desde tal dia trágico. O barco deixou de se poder ver e, não mais souberam da doce e apaixonada Madalena. No entanto, num dos dias em que se preparavam para pescar na praia junto à campa de Juvenal, avistaram algo estranho que se enrolava nas ondas num vai e vem constante. Como se se deliciasse algo nos braços do mar. Aproximaram-se e, qual não foi o espanto, era Madalena. A Madalena do Mar voltara mas, de forma diferente. Ali estava inerte, entregue pelos braços do mar. Com um rosto pávido e serenamente feliz. Era estranho como ela parecia feliz com tal acontecimento trágico. Eles não sabiam mas, a verdade é que só o corpo morrera... o espírito de Madalena andava já alguns dias pela praia a brincar com Juvenal e, os dois pararam a apreciar o seu próprio corpo e, a cara dos homens a olhar o seu corpo já por si abandonado há muito. O que lhes interessava não era se fossem matéria ou não mas que estavam felizes a morar naquela praia sem tempo nem lamento.
Os residentes no local, outrora colegas de viagem. Esqueceram-se de todas as adversidades tidas e choraram pesarosamente o seu desaparecimento, enterrando-a junto a Juvenal. Eles assistiam risonhos porque finalmente chegara o momento de poderem os dois partir de mão dada, deixando o local e, podendo encontrar-se com quem amavam. Mas, em todos os pôres-do-sol eles voltavam àquela praia felizes, brincando e revivendo tudo o que os unira ainda mais.
Luisa Abreu
11/09/09
Pronto, lá fui presistente e saíu uma história um pouco diferente mas... uma história trazida pelo teu PDS... obrigada pelo momento...espero que goste e que coloques no meu grupo Contos para adultos...; grata. bjokas**************
ADORO PDS ADORO ADORO.
PARABENS PELO MOMENTO
Que foto!!! O sol rege o meu signo... eu amo o Sol!!! parabens!!!
Amazing picture
Thank you so much for your visit and your comment
Parabens. Sem duvida a sua galeria tem das melhores fotos no OLHARES.
que luz fabulosa, e que excelente composição :)
imagem maravilhosa! Obrigada pelo comentário!
FABULOSA *****