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Vaca Turina (Trajinha)

Vitor Ferreira
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Vaca Turina (Trajinha)
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Vaca Turina (Trajinha)

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2010-05-01 23:08:45
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A Raça Holstein Frísia
exif / informação técnica
Máquina: FUJIFILM
Modelo: FinePix S5700 S700
Exposição: 10/1700
Abertura: f/4
ISO: 64
MeteringMode: Pattern
Flash: Sim
Dist.Focal: 6.3 mm

Origens
A raça Holstein Frísia também conhecida em Portugal como turina é uma raça de elevada estatura, facilmente identificada pelo padrão malhado que estes animais apresentam.

Há 2000 anos as tribos germânicas que povoavam a foz do Reno e Elba criavam os animais que viriam a dar origem à actual vaca Holstein Frísia. Esta raça de tipo leiteiro estendeu-se por todo o litoral do mar do norte, da Jutlândia à Frisia ocidental.

O grande desenvolvimento genético destes animais iniciou-se no século XIX com o trabalho efectuado por criadores holandeses e com a exportação dos primeiros exemplares destes animais para a América do Norte.

Enquanto que no continente americano, o melhoramento da raça incidiu sobre a produção de leite, na Europa por seu lado, a orientação no melhoramento foi para animais de aptidão mista, leite e carne. Isto fez com que animais possuindo o mesmo padrão da raça, se tornassem morfologicamente diferentes. Na América ao fim de algumas gerações surgiram animais mais altos, mais descarnados e angulosos, enquanto os animais europeus, embora demonstrando alguma aptidão para leite, possuíam melhor qualidade de carcaça. Para os diferenciar, é comum denominar os animais desenvolvidos na América do Norte como Holstein e os europeus como Frísios, embora se trate da mesma raça bovina.

As primeiras referências em Portugal de animais com este padrão reportam-se ao século XVII, nas regiões em redor de Lisboa. Lentamente foi-se espalhando por todo o país, tendo encontrado na foz do rio Vouga o espaço ideal para o seu desenvolvimento. Aveiro e a região circundante passaram a ser conhecida como o Solar da Vaca Leiteira.
Hoje em dia esta raça de aptidão leiteira está disseminada por todo o país embora com maior densidade no noroeste português, e com os maiores efectivos por exploração no sul de Portugal.
Características
Os animais desta raça possuem uma morfologia nitidamente de aptidão leiteira, facilmente observado no grande desenvolvimento do sistema mamário e com uma capacidade corporal que lhe permite consumir grandes quantidades de forragem e valoriza-la.
A vaca Holstein Frisia é um animal precoce de grande corpulência, podendo atingir 1.54 m de altura à garupa e pesar 600 a 700 kg. Tem como característica o facto de possuir malhas pretas e brancas, que em alguns caso poderão ser vermelhas e brancas devido a um gene recessivo.
A cabeça destes animais é comprida e dolicocéfala, com os olhos bem aflorados e o focinho largo. O pescoço é comprido e delgado, sendo a barbela pequena, o peito largo e as costelas arqueadas e profundas. A garupa é larga com os ossos ilíacos bastante salientes. O úbere é volumoso com ligamentos fortes e a pele macia e fina, coberta de pelos sedosos e curtos.
A raça nacional para a produção de leite
A expansão da raça em Portugal acompanhou a evolução do consumo de leite no nosso país, estando a produção de leite assente essencialmente em animais desta raça.
O Livro Genealógico Português da Raça Bovina Frísia foi instituído em 1959, enquanto o contraste leiteiro se iniciou de forma organizada em 1960.

O aumento do nível de vida dos portugueses a partir dos anos sessenta, bem como
Melhoria das condições higieno – sanitárias na produção e transformação do leite e seus derivados, fez disparar o consumo de leite no nosso país. A acompanhar este incremento na produção e consumo de leite, o número de animais Frísios também aumentou, substituindo nalguns casos as raças autóctones tradicionalmente utilizadas para a produção de leite, e disseminando-se por todo o território nacional, estendendo-se mesmo a regiões que tradicionalmente não eram consideradas como de produção bovina leiteira.

Nos últimos trinta anos, além do aumento do efectivo frísio, deu-se também uma evolução genética sem precedentes da raça com a holsteinização dos efectivos nacionais, fruto da introdução de novas tecnologias como a inseminação artificial nos anos 70 e mais recentemente com os transplantes de embriões. Outro factor que contribuiu para a holsteinização dos bovinos Frísios no nosso país foram os abates sanitários devido à Peripneumonia Contagiosa dos Bovinos, e a consequente importação em grande número de animais provenientes da Holanda, França, Alemanha e Dinamarca
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Exposição: 10/1700
Abertura: f/4
ISO: 64
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Flash: Sim
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Origens
A raça Holstein Frísia também conhecida em Portugal como turina é uma raça de elevada estatura, facilmente identificada pelo padrão malhado que estes animais apresentam.

Há 2000 anos as tribos germânicas que povoavam a foz do Reno e Elba criavam os animais que viriam a dar origem à actual vaca Holstein Frísia. Esta raça de tipo leiteiro estendeu-se por todo o litoral do mar do norte, da Jutlândia à Frisia ocidental.

O grande desenvolvimento genético destes animais iniciou-se no século XIX com o trabalho efectuado por criadores holandeses e com a exportação dos primeiros exemplares destes animais para a América do Norte.

Enquanto que no continente americano, o melhoramento da raça incidiu sobre a produção de leite, na Europa por seu lado, a orientação no melhoramento foi para animais de aptidão mista, leite e carne. Isto fez com que animais possuindo o mesmo padrão da raça, se tornassem morfologicamente diferentes. Na América ao fim de algumas gerações surgiram animais mais altos, mais descarnados e angulosos, enquanto os animais europeus, embora demonstrando alguma aptidão para leite, possuíam melhor qualidade de carcaça. Para os diferenciar, é comum denominar os animais desenvolvidos na América do Norte como Holstein e os europeus como Frísios, embora se trate da mesma raça bovina.

As primeiras referências em Portugal de animais com este padrão reportam-se ao século XVII, nas regiões em redor de Lisboa. Lentamente foi-se espalhando por todo o país, tendo encontrado na foz do rio Vouga o espaço ideal para o seu desenvolvimento. Aveiro e a região circundante passaram a ser conhecida como o Solar da Vaca Leiteira.
Hoje em dia esta raça de aptidão leiteira está disseminada por todo o país embora com maior densidade no noroeste português, e com os maiores efectivos por exploração no sul de Portugal.
Características
Os animais desta raça possuem uma morfologia nitidamente de aptidão leiteira, facilmente observado no grande desenvolvimento do sistema mamário e com uma capacidade corporal que lhe permite consumir grandes quantidades de forragem e valoriza-la.
A vaca Holstein Frisia é um animal precoce de grande corpulência, podendo atingir 1.54 m de altura à garupa e pesar 600 a 700 kg. Tem como característica o facto de possuir malhas pretas e brancas, que em alguns caso poderão ser vermelhas e brancas devido a um gene recessivo.
A cabeça destes animais é comprida e dolicocéfala, com os olhos bem aflorados e o focinho largo. O pescoço é comprido e delgado, sendo a barbela pequena, o peito largo e as costelas arqueadas e profundas. A garupa é larga com os ossos ilíacos bastante salientes. O úbere é volumoso com ligamentos fortes e a pele macia e fina, coberta de pelos sedosos e curtos.
A raça nacional para a produção de leite
A expansão da raça em Portugal acompanhou a evolução do consumo de leite no nosso país, estando a produção de leite assente essencialmente em animais desta raça.
O Livro Genealógico Português da Raça Bovina Frísia foi instituído em 1959, enquanto o contraste leiteiro se iniciou de forma organizada em 1960.

O aumento do nível de vida dos portugueses a partir dos anos sessenta, bem como
Melhoria das condições higieno – sanitárias na produção e transformação do leite e seus derivados, fez disparar o consumo de leite no nosso país. A acompanhar este incremento na produção e consumo de leite, o número de animais Frísios também aumentou, substituindo nalguns casos as raças autóctones tradicionalmente utilizadas para a produção de leite, e disseminando-se por todo o território nacional, estendendo-se mesmo a regiões que tradicionalmente não eram consideradas como de produção bovina leiteira.

Nos últimos trinta anos, além do aumento do efectivo frísio, deu-se também uma evolução genética sem precedentes da raça com a holsteinização dos efectivos nacionais, fruto da introdução de novas tecnologias como a inseminação artificial nos anos 70 e mais recentemente com os transplantes de embriões. Outro factor que contribuiu para a holsteinização dos bovinos Frísios no nosso país foram os abates sanitários devido à Peripneumonia Contagiosa dos Bovinos, e a consequente importação em grande número de animais provenientes da Holanda, França, Alemanha e Dinamarca

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