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Vigo - Praça de Espanha

Emília Bernardo
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Vigo - Praça de Espanha
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Vigo - Praça de Espanha

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Gentes e Locais

2011-07-10 23:47:56
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Vigo é um município da Espanha na província de Pontevedra, comunidade autónoma da Galiza.Fica situada à beira da ria que leva o seu nome.

É a maior cidade da Galiza.

Porto marítimo, com importante actividade pesqueira, sendo o principal porto pesqueiro da Europa.

Centro comercial e económico do sul da Galiza e cabeceira da principal área industrial da comunidade autónoma.



HISTÓRIA:



PRÉ - HISTÓRIA:



Vigo e sua comarca estiveram povoadas desde tempos remotos. Entretanto, até o momento não se localizou nenhuma comprovação da era paleolítica e os poucos achados são da Idade da Pedra.



A ÉPOCA ROMANA:



O processo romanizador foi intenso. Evidências arqueológicas indicam uma importante atividade portuária e comercial no litoral viguês desde o século II a.C., desenvolvendo-se um progressivo processo de romanização, consolidado durante o século I d.C., uma vez estabelecida a paz romana.

O processo de romanização durou cerca de seiscentos anos, dos quais ficaram relevantes vestígios, investigados em numerosas escavações arqueológicas: vilas (villae) distribuídas pelo litoral (Alcabre, Toralla…), restos de instalações portuárias, ruas, instalações produtivas, necrópoli, além da intensa romanização dos povoados castrenhos do município.

Recentes escavações arqueológicas em Areal e no Casco Velho põem a possibilidade da existência, pelo menos entre os séculos III e VI d.C., de um importante assentamento humano.



A IDADE MÉDIA:



Conta-se com muito pouca informação, especialmente da Alta Idade Média. Foi o tempo de freqüentes incursões da pirataria procedentes do norte da Europa que fizeram que a população se mudasse para o interior em busca de mais segurança.

Durante a Idade Média, a Igreja dominou a sociedade galega. Vigo dependeu durante muitos anos do monastério cisterciense de Melón.

A partir do século XII, Vigo começa a recuperar sua população, mas segue submetida a um estrito controle do poder eclesiástico e dos senhores feudais. A paróquia de Santiago de Vigo era a mais importante da vila.



DO SÉC. XV AO XVIII:



Apesar do período dos corsários, a vila foi crescendo. Vigo tinha uma importante atividade artesanal e comercial, mas o principal era o marítimo. Alguns documentos comprovam já nesta época a importância que tinha a pesca de sardinha. Em 1573 foi assinado o primeiro ato que regulava essa pescaria.

A chegada à cidade na segunda metade do século XVIII de comerciantes e industriais catalães levam a uma pequena revolução económica.



SÉC. XIX:



Como outros muitos lugares de Espanha, Vigo foi ocupada pelo exército francês em 1809. A resistência popular a esta invasão provoca um levantamento dirigido pelos militares Pablo Morillo e Bernardo González "Cachamuínha" que com a ajuda inestimável do Conde de Gondomar, sem cuja ajuda não teriam podido fazer frente ao exército invasor, terminam com um assalto às muralhas e com a expulsão do exército napoleônico. Este episódio motivou a concessão a Vigo do título de cidade Fiel, Leal e Valorosa.



Em 1833 é construído o caminho real que leva a Madrid, conhecido como estrada de Castilla ou de Villacastín. Um ano depois são terminadas as obras de construção da Colegiata por Melchor de Prado, já que o antigo templo havia sido destruído em um dos numerosos saques sofridos pela vila. A cidade cresce e seus governantes concordam em demolir as muralhas para facilitar sua expansão.



A segunda metade do século XIX foi um período de contínuo crescimento da cidade, propiciado, entre outras coisas, pelo incremento das relações com a América. Neste tempo continuam abrindo-se fábricas o que provoca o crescimento da população assalariada e também de uma burguesia financeira. Vigo se expande extramuros com a abertura de novas ruas e a construção de nobres edifícios.



SÉC. XX:



Com a entrada no século XX, a burguesia liberal viguesa toma em suas mãos os mecanismos de poder económico e político. Instalam-se novas indústrias ao tempo que melhoram as comunicações. Em pouco mais de dez anos a população é duplicada (em 1910 havia 30 000 habitantes).



No primeiro terço deste século, o porto de Vigo está unido à imagem de vários galegos que embarcaram rumo à emigração americana. Outro símbolo é o eléctrico, que começou a funcionar em 1914. Todo este dinamismo ficou neutralizado com o início da Guerra Civil Espanhola.



Nas décadas de 1960 e 1970, Vigo sofreu um crescimento urbano acelerado, e por vezes desordenado, motivado pelo desenvolvimento industrial.
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Máquina: OLYMPUS IMAGING CORP.
Modelo: Canon EOS 500D
Exposição: 1/200
Abertura: f/11
ISO: 100
MeteringMode: Pattern
Flash: Não
Dist.Focal: 31 mm

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Vigo - Praça de Espanha
Vigo é um município da Espanha na província de Pontevedra, comunidade autónoma da Galiza.Fica situada à beira da ria que leva o seu nome.

É a maior cidade da Galiza.

Porto marítimo, com importante actividade pesqueira, sendo o principal porto pesqueiro da Europa.

Centro comercial e económico do sul da Galiza e cabeceira da principal área industrial da comunidade autónoma.



HISTÓRIA:



PRÉ - HISTÓRIA:



Vigo e sua comarca estiveram povoadas desde tempos remotos. Entretanto, até o momento não se localizou nenhuma comprovação da era paleolítica e os poucos achados são da Idade da Pedra.



A ÉPOCA ROMANA:



O processo romanizador foi intenso. Evidências arqueológicas indicam uma importante atividade portuária e comercial no litoral viguês desde o século II a.C., desenvolvendo-se um progressivo processo de romanização, consolidado durante o século I d.C., uma vez estabelecida a paz romana.

O processo de romanização durou cerca de seiscentos anos, dos quais ficaram relevantes vestígios, investigados em numerosas escavações arqueológicas: vilas (villae) distribuídas pelo litoral (Alcabre, Toralla…), restos de instalações portuárias, ruas, instalações produtivas, necrópoli, além da intensa romanização dos povoados castrenhos do município.

Recentes escavações arqueológicas em Areal e no Casco Velho põem a possibilidade da existência, pelo menos entre os séculos III e VI d.C., de um importante assentamento humano.



A IDADE MÉDIA:



Conta-se com muito pouca informação, especialmente da Alta Idade Média. Foi o tempo de freqüentes incursões da pirataria procedentes do norte da Europa que fizeram que a população se mudasse para o interior em busca de mais segurança.

Durante a Idade Média, a Igreja dominou a sociedade galega. Vigo dependeu durante muitos anos do monastério cisterciense de Melón.

A partir do século XII, Vigo começa a recuperar sua população, mas segue submetida a um estrito controle do poder eclesiástico e dos senhores feudais. A paróquia de Santiago de Vigo era a mais importante da vila.



DO SÉC. XV AO XVIII:



Apesar do período dos corsários, a vila foi crescendo. Vigo tinha uma importante atividade artesanal e comercial, mas o principal era o marítimo. Alguns documentos comprovam já nesta época a importância que tinha a pesca de sardinha. Em 1573 foi assinado o primeiro ato que regulava essa pescaria.

A chegada à cidade na segunda metade do século XVIII de comerciantes e industriais catalães levam a uma pequena revolução económica.



SÉC. XIX:



Como outros muitos lugares de Espanha, Vigo foi ocupada pelo exército francês em 1809. A resistência popular a esta invasão provoca um levantamento dirigido pelos militares Pablo Morillo e Bernardo González "Cachamuínha" que com a ajuda inestimável do Conde de Gondomar, sem cuja ajuda não teriam podido fazer frente ao exército invasor, terminam com um assalto às muralhas e com a expulsão do exército napoleônico. Este episódio motivou a concessão a Vigo do título de cidade Fiel, Leal e Valorosa.



Em 1833 é construído o caminho real que leva a Madrid, conhecido como estrada de Castilla ou de Villacastín. Um ano depois são terminadas as obras de construção da Colegiata por Melchor de Prado, já que o antigo templo havia sido destruído em um dos numerosos saques sofridos pela vila. A cidade cresce e seus governantes concordam em demolir as muralhas para facilitar sua expansão.



A segunda metade do século XIX foi um período de contínuo crescimento da cidade, propiciado, entre outras coisas, pelo incremento das relações com a América. Neste tempo continuam abrindo-se fábricas o que provoca o crescimento da população assalariada e também de uma burguesia financeira. Vigo se expande extramuros com a abertura de novas ruas e a construção de nobres edifícios.



SÉC. XX:



Com a entrada no século XX, a burguesia liberal viguesa toma em suas mãos os mecanismos de poder económico e político. Instalam-se novas indústrias ao tempo que melhoram as comunicações. Em pouco mais de dez anos a população é duplicada (em 1910 havia 30 000 habitantes).



No primeiro terço deste século, o porto de Vigo está unido à imagem de vários galegos que embarcaram rumo à emigração americana. Outro símbolo é o eléctrico, que começou a funcionar em 1914. Todo este dinamismo ficou neutralizado com o início da Guerra Civil Espanhola.



Nas décadas de 1960 e 1970, Vigo sofreu um crescimento urbano acelerado, e por vezes desordenado, motivado pelo desenvolvimento industrial.
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