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História/MOURÕES - ROSSIO AO SUL DO TEJO ...
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MOURÕES - ROSSIO AO SUL DO TEJO ...

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História

2009-04-06 20:00:26
comentários (102) galardões descrição exif favorita de (24)
descrição
AQUAPOLIS DE ABRANTES...

Quer o Rossio ao Sul do Tejo, quer a cidade de Abrantes, ambas situadas nas margens do Tejo, viveram sempre uma íntima relação com a situação ribeirinha.

Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, foi um importante interposto fluvial no século XIX.

Pelo Tejo fazia-se o transporte privilegiado de pessoas e mercadorias, obrigando a vencer desníveis e estabelecer ligações por meio de vários cais, pontões e pontes lançadas.

Do conjunto de 16 pilares erguidos na margem esquerda do rio já muito se disse: evocando um passado prestigiante, quis-se ver no conjunto os vestígios de uma ponte romana. Outra versão referia a estrutura de um cais de origem medieval, possivelmente datando da época seguinte à reconquista cristã de Abrantes em 1148.

No entanto, está hoje definida a datação oitocentista dos pilares. A Ponte de Barcas, Também chamada de Mourões, ficou pronta em 1811. Estavam destinados a sustentar um dos vários ancoradouros que então permitiam a ligação entre margens por intermédio de barcos.

A Repartição Municipal de Lisboa registava que a "Marinha do Tejo" era composta por 1143 embarcações, entre elas faluas, catraios, botes, saveiros, varinos, fragatas, muletas, caíques e rascas de menos de 100 toneladas.
Destas 1143 embarcações, 190 (16%) Aveiros ou Saveiros estavam em Abrantes.

Hoje a realidade é como sabem muito diferente.

No local onde outrora o comércio reinava hoje é um local de lazer. Foi criado o PURA, Parque Urbano Ribeirinho de Abrantes, em ambas as margens do Tejo.


BOA SEMANA...
exif / informação técnica
Máquina: NIKON
Modelo: E5400
Exposição: 10/319
Abertura: f/4.7
ISO: 50
MeteringMode: Partial
Flash: Não
Dist.Focal: 9.5 mm

favorita de 24
galardões
  • galardão visitas
    1000
    visitas
MOURÕES - ROSSIO AO SUL DO TEJO ...
AQUAPOLIS DE ABRANTES...

Quer o Rossio ao Sul do Tejo, quer a cidade de Abrantes, ambas situadas nas margens do Tejo, viveram sempre uma íntima relação com a situação ribeirinha.

Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, foi um importante interposto fluvial no século XIX.

Pelo Tejo fazia-se o transporte privilegiado de pessoas e mercadorias, obrigando a vencer desníveis e estabelecer ligações por meio de vários cais, pontões e pontes lançadas.

Do conjunto de 16 pilares erguidos na margem esquerda do rio já muito se disse: evocando um passado prestigiante, quis-se ver no conjunto os vestígios de uma ponte romana. Outra versão referia a estrutura de um cais de origem medieval, possivelmente datando da época seguinte à reconquista cristã de Abrantes em 1148.

No entanto, está hoje definida a datação oitocentista dos pilares. A Ponte de Barcas, Também chamada de Mourões, ficou pronta em 1811. Estavam destinados a sustentar um dos vários ancoradouros que então permitiam a ligação entre margens por intermédio de barcos.

A Repartição Municipal de Lisboa registava que a "Marinha do Tejo" era composta por 1143 embarcações, entre elas faluas, catraios, botes, saveiros, varinos, fragatas, muletas, caíques e rascas de menos de 100 toneladas.
Destas 1143 embarcações, 190 (16%) Aveiros ou Saveiros estavam em Abrantes.

Hoje a realidade é como sabem muito diferente.

No local onde outrora o comércio reinava hoje é um local de lazer. Foi criado o PURA, Parque Urbano Ribeirinho de Abrantes, em ambas as margens do Tejo.


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Máquina: NIKON
Modelo: E5400
Exposição: 10/319
Abertura: f/4.7
ISO: 50
MeteringMode: Partial
Flash: Não
Dist.Focal: 9.5 mm


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