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O pai dos santinhos de granito II

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Retratos

2006-08-08 01:31:50
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Quintino Vilas Boas Neto nasceu em Esposende a 15 de Março de 1915 e morreu ao início da madrugada do dia 8 de Janeiro 2003, com 89 anos.
Era oriundo de uma família modesta, mas com grandes tradições no trabalho do granito. Foi com o seu pai, que ele aprendeu a difícil arte do lavrar a pedra, na qual desenvolveu uma actividade económica e essencialmente, cultural.

Ensinou a arte aos filhos e a todos aqueles que quiseram seguir a arte de “escultores populares”, mantendo estes nos dias de hoje a tradição com novas criações.

O Mestre Quintino criou inumeros trabalhos em granito, mármore e madeira, conforme as encomendas, como; santos, santas, fogões de sala, nichos, mulheres e homens nus — “fazia tudo o que me pediam, a vida era dura... cheguei a vender obras a 100 escudos” — confessou.


Pouco antes da sua morte, ainda pleno de jovialidade, recordou os momentos áureos das entrevistas que deu a jornais e revistas e também à RTP.

Expôs várias vezes na costa do Estoril e na Feira Internacional de Lisboa, ainda antes do 25 de Abril e recordou com malícia, um episódio num desses certames, onde um Ministro daquele tempo, o obrigou a reduzir ao tamanho do pénis de uma estátua de pedra, apenas porque este achou que “o coiso” era comprido demais, — “e ali mesmo, tive de fazer a operação”... — ironizou.

O escultor, deixou uma vasta obra, mas dispersa, que ultrapassou fronteiras e está por toda a parte, em museus, galerias, ruas, praças, jardins, igrejas e capelas e nos prédios públicos e particulares.

M. Araújo
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O pai dos santinhos de granito II
Quintino Vilas Boas Neto nasceu em Esposende a 15 de Março de 1915 e morreu ao início da madrugada do dia 8 de Janeiro 2003, com 89 anos.
Era oriundo de uma família modesta, mas com grandes tradições no trabalho do granito. Foi com o seu pai, que ele aprendeu a difícil arte do lavrar a pedra, na qual desenvolveu uma actividade económica e essencialmente, cultural.

Ensinou a arte aos filhos e a todos aqueles que quiseram seguir a arte de “escultores populares”, mantendo estes nos dias de hoje a tradição com novas criações.

O Mestre Quintino criou inumeros trabalhos em granito, mármore e madeira, conforme as encomendas, como; santos, santas, fogões de sala, nichos, mulheres e homens nus — “fazia tudo o que me pediam, a vida era dura... cheguei a vender obras a 100 escudos” — confessou.


Pouco antes da sua morte, ainda pleno de jovialidade, recordou os momentos áureos das entrevistas que deu a jornais e revistas e também à RTP.

Expôs várias vezes na costa do Estoril e na Feira Internacional de Lisboa, ainda antes do 25 de Abril e recordou com malícia, um episódio num desses certames, onde um Ministro daquele tempo, o obrigou a reduzir ao tamanho do pénis de uma estátua de pedra, apenas porque este achou que “o coiso” era comprido demais, — “e ali mesmo, tive de fazer a operação”... — ironizou.

O escultor, deixou uma vasta obra, mas dispersa, que ultrapassou fronteiras e está por toda a parte, em museus, galerias, ruas, praças, jardins, igrejas e capelas e nos prédios públicos e particulares.

M. Araújo
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