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virginia fulber além mar

Novo Hamburgo ,
https://olhares.uol.com.br/vicamf

Do Corpo que olha e do Corpo que Fala
Trecho ... http://vicamf.multiply.com/photos/album/107

Na arte e na vida, muitos são os que agem sem interrogar o mundo e muitos são os que, ao interrogar, ouvem sua própria voz e não a do mundo. Assim é porque, cotidianamente, não nos permitimos ser trespassados pelo mundo, ou melhor, não nos damos conta deste trespassamento inevitável. Dufrenne, em Estética e Filosofia (1981, pp. 56-57), fala que “Talvez o artista não o saiba: o mundo assume a voz da obra esboçada, desse possível irritante e fascinante que exige seu acabamento. Mas é o mundo que fala: ele é, precisamente, essa potência do possível interior ao real”.

O corpo que fala

“Ser uma consciência, ou antes, ser uma experiência, é comunicar-se interiormente com o mundo, com o corpo e com os outros, ser com eles em lugar de estar ao lado deles”.
A idéia de percepção como movimento reflexivo, redimensiona a compreensão sobre percepção apresentada como meio de aquisição do conhecimento. Ela se transfere do campo do ser que capta o mundo e o recoloca no campo das significações vividas, da própria existência do ser no mundo, que pensa, sente, fala e age, transformando-o e transformando-se. O corpo é expressivo, é reflexivo. Não é um ou outro, ele o é. O Ser é o resultado desta tensão e suas ações refletem esta relação. Esta concepção é uma das grandes contribuições da Fenomenologia de Merleau-Ponty para o conhecimento humano, pois rompe com as dicotomias corpo X mente, emoção X razão, sujeito X mundo. A Fenomenologia as coloca no plano da co-existência e, fundamentalmente, na vida, como um constante movimento resultante destas tensões. É dialética sem síntese.
Maurice Merleau-Ponty faleceu no dia 3 de maio de 1961 e a primeira edição de “O visível e o invisível” foi publicado em 1964.
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Preciso de música! Estilos clássica, mpb, rock hause music e sons da natureza. Interesses, literatura, cinema, biografias,artes plásticas contemplação do belo e natural . Aprecio enciclopédia.

Fotografar é uma linguagem além dos signos linguisticos. A fotografia é uma feramenta de expressão dos afetos além de ilustrar e complementar a história pessoal.

Nietzschiana. Prof. Liberal, formç; professora, terapeuta, antropologia, filosfia.Faço poesias e tenhos uns escrivinhados espalhados pela rede.



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